Quando um registo parecer inesperado, verifique como foi feito antes de o substituir. Uma correção útil mantém contexto suficiente para compreender tanto o registo original como o motivo da alteração.

No esquema, a fita nivelada está marcada com 1 e a fita inclinada com 2. Verifique a parte de trás da fita, além da frente. As orientações do NHS para a fita indicam que deve ficar nivelada, sem pressionar a pele.

Mudar o ponto de referência sem uma nota

«Cintura» não é uma descrição completa do método. Uma leitura ao nível do umbigo e outra a meio entre as costelas e as ancas usam pontos de referência diferentes. O método de automedição do NICE usa este último ponto médio.

Exemplo: uma nota antiga diz «ao nível do umbigo», mas o registo de hoje usa o ponto médio. Mantenha a indicação antiga e assinale onde começa o novo método. Não altere a descrição do passado como se ambas as sessões tivessem usado a mesma posição. O guia de medidas ilustra os pontos de referência do ponto médio.

Apertar mais para repetir um valor anterior

Uma fita pode parecer nivelada mesmo quando a tensão muda. Reposicione-a para que toque no corpo sem deixar uma marca. Se duas leituras de verificação diferirem, reveja a montagem. Não continue a apertar a fita até chegar ao número que esperava ver.

A leitura de verificação serve para examinar a técnica. Registe uma alteração do método se não conseguir reproduzir o anterior, em vez de forçar uma correspondência numérica.

Misturar unidades numa coluna

Exemplo fictício: o registo contém 80 cm numa data e 31,5 in noutra. São comprimentos próximos expressos de forma diferente, não uma descida de 80 para 31,5 na mesma unidade. Com o fator exato do NIST, 31,5 × 2,54 = 80,01 cm.

Mantenha o registo e a unidade originais ao converter. Use o conversor de centímetros e polegadas para verificar e introduza o resultado apenas numa coluna com a unidade correspondente. A tabela para imprimir e a folha de cálculo incluem cabeçalhos com unidades explícitas.

Perder a indicação do lado ou da postura

Uma nota que diga apenas «braço» não permite saber se era o esquerdo ou o direito, descontraído ou contraído. O procedimento do CDC para a parte superior do braço especifica os pontos de referência e a posição descontraída, em vez de os tratar como equivalentes.

Exemplo: dê aos campos futuros os nomes «parte superior do braço esquerdo — descontraído» e «parte superior do braço direito — descontraído». Mantenha um campo separado se também quiser um registo com o braço contraído. Se não souber o lado de um registo antigo, assinale-o como desconhecido em vez de o atribuir de memória.

Transformar um registo em falta em zero

Zero é um número. Não deve representar uma sessão em falta num registo de perímetros. Deixe o valor em branco e acrescente uma nota como «não medido», se necessário.

Da mesma forma, não copie o valor da semana passada para a linha desta semana só para manter um gráfico contínuo. Um registo com datas deve mostrar quando ocorreu realmente uma leitura. O guia de calendário inclui um exemplo de sessão em falta.

Comparar fotografias com montagens diferentes

Verifique a objetiva, a distância, a altura da câmara, a roupa e a luz antes de associar duas imagens. Uma montagem diferente da câmara acrescenta outra explicação possível para uma diferença visível. Use o guia de preparação de fotografias para guardar uma referência que consiga repetir. Compare a mesma vista e identifique qualquer alteração da montagem.

Reveja um registo por esta ordem

  1. Confirme a data e o nome da zona do corpo.
  2. Leia a unidade junto do valor ou da coluna.
  3. Verifique a nota sobre lado, postura e posição.
  4. Procure um valor copiado, um separador decimal em falta ou uma linha trocada.
  5. Corrija um erro conhecido com um motivo breve. Mantenha uma diferença sem explicação identificada como tal.

Uma nota de correção poderia dizer «Introduzido 315 por engano; a leitura da fita era 31,5 in; corrigido no mesmo dia.» É um exemplo fictício do formato de registo. Mostra como tornar uma correção rastreável sem apresentar o resultado de uma pessoa real.